Um Convite ao Olhar

Falando Nisso


 

 

Durante o mês da Copa do Mundo, peço licença à sétima arte e aproveito este espaço para registrar “meus olhares” sobre o maior evento esportivo do planeta! Não é exagero... Sou apaixonado por futebol 365 dias por ano, mas a aura que envolve um Mundial é diferente, ainda mais aqui no Brasil. Prova disso são as memórias afetivas que carregamos acerca dos acontecimentos das Copas que assistimos.

Não faço ideia de onde estava quando Paolo Rossi marcou o terceiro gol da Itália contra o Brasil na fatídica “desgraça do Sarriá” em 1982. Era a minha primeira Copa. Mas no auge dos meus dois anos de idade, acho que meu universo estava restrito às mamadeiras, chupetas e afins.

Em 1986 me lembro das pessoas torcendo, mas não me lembro dos jogos, apesar de já ter idade para um envolvimento mais passional. Somente em 1990, mergulhei naquele universo das seleções, das surpresas, dos craques inesperados, dos heróis e dos vilões. É como um roteiro de filme, aventuras escritas pelo imponderável.

Daqui até 13 de julho teremos algumas que, espero acabem com um final feliz para o Brasil. E se não for, ao menos serão boas histórias.

Onde você estava quando o Brasil perdeu para a Holanda em 2010? Desta eu lembro. Depois registro aqui...

 

Figurinhas



Muito antes dos recentes torcedores tirarem as suas bandeiras do armário e reestabelecerem o clima de Copa na cidade, os colecionadores do álbum de figurinha já o faziam, lotando as praças e espalhando o assunto pelos cantos. Mesmo alguns que engrossavam o coro do “não vai ter Copa”, no fim da tarde apareciam meio sem graça dizendo que estavam trocando para o sobrinho de um amigo.

Os álbuns sempre foram uma espécie de aperitivo para o mundial, que em outros tempos, despertavam maior interesse apenas nos aficionados pela bola. Retomei a coleção dos álbuns na Copa da Alemanha em 2006, na época com a desculpa de ajudar o meu cunhado que era criança. De lá para cá eu conto os dias para que chegue às bancas e comece a movimentação. Confesso que fiquei surpreso com a adesão neste ano. Mas foi positiva, afinal em pouco mais de um mês consegui completar o álbum.

O problema de completar é que acaba a parte boa... É como terminar de ler um livro que você estava gostando muito. Nada mais de repetidas, de listinhas para riscar, muito menos aquele montinho para colar no fim do dia. E o pior é deixar de conversar com aquele bando de gente que você nunca viu na vida e que parece ser seu amigo de infância. Por isso entendo perfeitamente aqueles que fazem cinco álbuns, ou depois de completar começam outro para o sobrinho do amigo... Tudo certo! Agora eu espero um pouco para começar o álbum da Copa da Rússia.

 

Não vieram



Acho que já fizeram isso por aí, mas com a quantidade de jogadores que foram cortados de suas seleções, imaginei um time com onze deles.

Valdez (Espanha)

Arbeloa (Espanha)

Clement Grenier (França)

Badstuber (Alemanha)

Schmelzer (Alemanha)

Van der Vaart (Holanda)

Gündogan (Alemanha)

Matías Fernández (Chile)

Reus (Alemanha)

Ribéry (França)

Falcão Garcia (Colômbia)

Um 4-4-2, com alguns reservas de suas seleções, mas outros titulares que farão muita falta. A Alemanha é a base (a bruxa andou solta por lá!) e o ataque impõe respeito! Daria mais trabalho que muitas seleções que estão completas. Para o banco ainda teríamos: Walcott (Inglaterra), Jesús Navas e Thiago Alcántara (Espanha), Montolivo e Giuseppe Rossi (Itália).

 

Arrisque Tudo


Finalizando, compartilho este comercial com cara de animação da Pixar. Bem produzido, tem tudo a ver com o que esperamos dos craques na Copa e mexe com o nosso lado lúdico!

Vai começar!!! Falta pouco!!!

 

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