Reviravolta; Polícia encerra caso Ana Paula e inocenta principal acusado

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O triste caso Ana Paula chegou ao fim

 

A Polícia Civil anunciou a conclusão da investigação do latrocínio que matou Ana Paula Mendes Oliveira, de 26 anos, gerente da Drogaquinze. Quatro pessoas foram indiciadas, dentre elas um menor de idade.

No inquérito, a polícia descartou o envolvimento do gerente que estava com a vítima no momento do crime. Ele tinha sido apontado inicialmente como mandante pelos dois envolvidos diretos no crime, e chegou a ficar dez dias preso.

Conclusão – A polícia investigou e chegou a conclusão que uma ex-funcionária da farmácia e um outro homem, que já tem passagem pela polícia é que foram os mandantes. Após a quebra do sigilo telefônico do gerente, a polícia descobriu que ele não tinha envolvimento e passou questionar os dois suspeitos que já estavam presos.

Eles mudaram a versão inicial e apontaram uma ex-funcionária que trabalhou na empresa, mas em outra filial. De acordo com a nova versão, no dia do crime, ela levou os bandidos  até a farmácia, disfarçou falando com outras funcionárias e mostrou aos dois quem era a gerente.  Quando Ana Paula saiu com o malote, a ex-funcionária atravessou a rua e ficou sentada nas escadas de uma agência do banco Itaú, que fica próximo ao local.

Questionados sobre a moto usada no crime, os acusados disseram que ela havia sido roubada, mas a polícia não encontrou nenhum registro de roubo apontado na data. Após investigações, a polícia descobriu que a moto não havia sido roubada, mas sim emprestada do outro mandante, que mora a 50 metros da casa da ex-funcionária da farmácia.

Na semana passada, a polícia fez busca na casa das duas pessoas. Na casa do criminoso que teria emprestado a moto, foi encontrado um revolver calibre 38, com numeração raspada. Ele acabou sendo detido por porte ilegal de arma e confirmou que a moto usada no dia do crime era dele. Ligações telefônicas entre os bandidos no dia do crime, das 11h às 16h, confirmaram a relação entre eles.

O criminoso foi preso por porte ilegal de arma e está detido no Centro de Detenção Provisória (CDP) de São José dos Campos. Ele também vai ser indiciado por latrocínio. A ex-funcionária vai responder também por latrocínio, mas em liberdade. O maior envolvido no crime teve a prisão preventiva decretada e o menor de idade, que efetuou o disparo, está internado na Fundação Casa.

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