ESPECIAL F1 2014 – McLaren Mercedes

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Após o título de pilotos conquistado pelo inglês Lewis Hamilton, em 2008, a equipe teve uma queda de rendimento bem forte por causa da grande mudança de regras da F1 no ano seguinte. Como líder da equipe, coube a Hamilton ajudar no desenvolvimento do carro em 2009, porém tendo ano bastante difícil em resultados. Em 2010, com a chegada do então campeão pela BrawnGP, o também inglês Jenson Button, o carro vencedor da McLaren voltou a dar as caras, porém o trabalho de Hamilton como líder da equipe passou a ser cada vez mais difícil com um companheiro tão rápido e preciso ao guiar um F1.

A equipe teve vitorias e vários pódios com ambos, mas não foi párea para os carros da Red Bull e o ímpeto de Fernando Alonso, a bordo da Ferrari.

Em 2013, Button ficou na equipe mas com novo companheiro: o mexicano Sergio Perez. Mais uma vez, o carro da equipe de Woking teve problemas, e sofreu toda a temporada. Não conseguiu nenhum pódio no ano.

Com o novo MP4-29, a equipe espera conseguir enfim disputar o título, sem perder o fôlego como nos anos anteriores. Munido do poderoso e confiável motor Mercedes Benz PU106A Hybrid V6 Turbo, o carro apresenta também o bico avantajado, porém visto de frente, aparece um formato de M devido o complemento de todo o bico do carro. Desenho compacto e agradável aos olhos. A pintura prateada agora acompanha todo o carro, já que o patrocinador master Vodafone não renovou com a equipe este ano.

Os pilotos este ano, Button ficou e terá um estreante na F1 ao seu lado:

JENSON BUTTON – Inglês de 33 anos, nasceu na cidade de Frome. Tem um carreira breve nas categorias de base, sendo campeão da Formula Ford britânica em 98, e da F3 britânica em 99. No ano seguinte, já estreou na F1 pela então poderosa Williams, que começava a parceria de 6 anos com a BMW. Conquistou 12 pontos e chamou a atenção da equipe Benetton, que o contratou para a temporada de 2001. Ele só não contava com o péssimo carro da equipe para aquele ano (e que foi o último dela antes de virar Renault) e marcou apenas 2 pontos. Na temporada seguinte, manteve seu posto de titular na nova equipe criada, a Renault, tendo alguns pontos consideráveis. Procurando novos ares, firmou contrato com a BAR Honda em 2003 para ser companheiro de Jacques Villeneuve, e com sua experiência conquistada, passou a mostrar sua regularidade, talento marcante do inglês, que é comparado com o professor Alain Prost (ambos pilotos muitos cerebrais, estratégicos). Permaneceu na equipe até 2005, quando a parte que pertencia a British American Tobbacco (empresa de cigarros) foi totalmente vendida a Honda, mudando o nome da equipe para Honda Racing. 2006, 2007 e 2008 foram anos péssimos para o inglês, saindo da zona de pontos e 1 vitória de 2006, para marcar apenas 3 pontos na temporada 2008. A empresa japonesa desistiu de disputar o ano seguinte da F1, e assim nasceu a equipe BrawnGP, de Ross Brawn, que tinha nas mãos o projeto pronto do carro nipônico, mas poderia escolher um motor melhor que o Honda, trocado pelo Mercedes. Esta nova empreitada lhe rendeu seu único título na F1 pela equipe que nasceu e morreu em 2009, sendo ao final temporada comprada pela Mercedes. Desde 2010, ele é piloto da McLaren

KEVIN MAGNUSSEN – dinamarquês de 21 anos, nascido em Roskilde. Filho de ex-piloto de F1 (Jan Magnussen), o garoto sempre teve bastante talento e vem chamando atenção desde que disputou a Formula Renault 2.0 europeia. Em 2011 foi 2º colocado na F3 Britânica, sendo levado pela sua equipe Carlin para a World Series by Renault em 2012, fechando esse novo campeonato em 7º. Teve seu primeiro contato com F1 pela McLaren e em 2013 foi campeão da categoria de acesso. Logo conquistando o título, já assinou com a equipe de Woking para substituir Perez. Tem um carro melhor que o mexicano em 2014, portanto poderá mostrar serviço.

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