Funcionários são demitidos da obra do EducaMais Esperança e acusam empresa de calote

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Ex-funcionários que estavam trabalhando na construção do EducaMais Esperança afirmam que foram mandados embora e não receberam seus direitos.

Carlos Emilio, que trabalhou um ano e seis meses na obra, reclama da empresa contratada pela prefeitura para executar o serviço: “Tenho mais de mil e quinhentos reais de hora extra pra receber, já procurei a prefeitura que disse estar tudo em ordem, e quando vou falar com a BSM, eles dizem que não vão me pagar, é um absurdo”. Carlos afirmou estar passando por dificuldades financeiras devido a esse não pagamento. “Moro sozinho com três crianças, estou cheio de contas atrasadas e não consigo receber. Tentei dar entrada no seguro desemprego, mas é preciso a empresa liberar meu FGTS e eles não o fizeram”. Ele disse ainda que a empresa falou para ele “tentar a sorte na justiça”.

Outro funcionário demitido, Cícero Rafael trabalhou cinco meses na obra e também quer receber seus direitos. “Acho que nos mandaram embora porque a gente questionava nossos direitos. Mas eles não davam café da manhã nem cesta básica, é uma injustiça, só queremos receber o que é nosso de direito”.

O NJ entrou em contato com a prefeitura que informou que o contrato com a BSM está em dia. Sobre as relações trabalhistas, a prefeitura disse que é uma responsabilidade da empresa, e a Prefeitura não foi informada oficialmente sobre eventuais problemas.

O NJ tentou contato com a BSM Empreendimentos e Construções LTDA mas ninguém retornou a ligação.

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