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A Copa do Mundo é um daqueles eventos que marcam nossa memória afetiva. Sem muito esforço somos capazes de lembrar onde estávamos na final de 2002 ou sentimos uma leve pontada no peito ao ouvirmos a expressão: “virou passeio amigo”! Por isso me incomoda muito quando temos um dia com grandes jogos e “inventam” de marcar reunião, aula, festa junina, encontro de formandos de 1999 ou coisa que o valha… É Copa do Mundo amigo! Respeita!

Para os distraídos informo que o dia trinta de junho de 2018 será lembrado futuramente como o dia da última partida em Copas do Mundo de Messi e Cristiano Ronaldo. Todos nós lembraremos onde estávamos e o que fazíamos neste dia, até mesmo aqueles que estavam na aula, na reunião ou sei lá onde…

Há quem acredite que o argentino disputará mais um mundial em 2022, quando terá 35 anos. Acho que há muitas possibilidades, inclusive a da Argentina nem se classificar para o torneio no Qatar.

Em campo, França e Argentina fizeram um dos melhores jogos do mundial. Sete gols, duas viradas no placar e atuação de gala do jovem francês Mbappé. Os argentinos conseguiram equilibrar o jogo na base da vontade, pois voltaram a mostrar desorganização e dependência da genialidade de Messi, que, como em outras ocasiões, não foi genial. Nossos hermanos foram até onde era possível!

O jogo entre Uruguai e Portugal teve menos gols, mas não deixou nada a desejar em relação ao anterior. A atuação de Cristiano Ronaldo foi discreta pelo lado português e Cavani foi decisivo para os uruguaios. Também acho que a seleção portuguesa foi até onde deu. Seus melhores momentos ocorreram devido ao protagonismo do CR7 e mesmo quando ganhou de Marrocos, não apresentou futebol que a qualificasse além das oitavas. Já o Uruguai chega forte para o confronto contra a França nas quartas. Se Cavani não jogar, as chances diminuem.

Que os outros jogos das oitavas sejam tão bons quanto os dois primeiros. Que seja respeitada a nossa agenda para acompanhá-los e para o meu gosto, que alguns deles tenham disputa de pênalti… Menos no jogo do Brasil, claro!


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